Pesquisar este blog

terça-feira, 1 de maio de 2012

Assumindo o controle



Por Jeremias Oberherr para o RH.com.br  

Depois de muito ouvir falar sobre ele, resolvi vê-lo de perto. Conhecer esse profissional jovem, feliz, saudável, bem-sucedido, que muitos admiram, empresas o contratam para treinar suas equipes e pessoas compram seus livros. Todos queriam conhecer o jovem que saiu de casa aos 14 anos e, futuramente, começou suas atividades profissionais com apenas 15 reais. Ao sair de uma de suas palestras puder olhar em seus olhos. Seu olhar transmite confiança e suas palavras inspiram atitudes, sua empresa é um sucesso, sua família é feliz, seu filho o ama. Viajava pelo país, realizando treinamentos empresarias e motivacionais desafiando inúmeras pessoas a uma nova atitude e a colherem os resultados que tanto esperavam.
Mas algo me intrigava: como aquele homem de 26 anos pode fazer muito em tão pouco tempo? Afinal de contas, não faz muito tempo que ele trabalhava em uma pequena emissora de rádio no interior do Rio Grande do Sul. Após o expediente vendia livro de casa em casa para complementar seus ganhos, havia casado aos 19 anos e sua renda era inferior a um salário mínimo. Não tinha um convívio muito próximo com sua mãe, suas amizades e seus relacionamentos eram conturbados. Como isso era possível?
E quando achei a resposta para essa pergunta, me dei de conta de que essa pessoa era eu! E a resposta é: eu simplesmente assumi o controle de minha vida e tive atitudes positivas.
Quando perdemos o controle sobre o que queremos para nossas vidas as coisas começam a se deteriorar, acabamos tomando decisões precipitadas sem analisarmos as consequências de tais ações. Precisamos assumir o controle do que queremos.
Há algumas pessoas que "acham" que sabem o que querem da vida, elas têm um sonho e planejam e até possuem uma visão geral do que querem, mas infelizmente não fazem a menor ideia de como vão fazer para tornar isso realidade. Elas têm em mente o objetivo final, mas não é o suficiente: recortam fotografias da casa ou carro dos sonhos, porém algumas esquecem que irão precisar ter muita atitude para poder transformar seus sonhos em realidade. Gostam de pensar, mentalizar, sonhar com seus objetivos e suas metas, mas não fazem a mínima ideia de como irão fazer para realizarem. Nunca deixarão de serem apenas sonhos, a menos que comecem a ter atitudes positivas no sentido de se aproximar deles.
Inúmeras pessoas deixam de realizarem seus sonhos simplesmente por não entenderem que realmente o "segredo" não é apenas mentalizar ou ter pensamentos pensativos e sim agir, ter atitudes positivas. 
Muita atitude = bons resultados.
Pouca atitude = poucos resultados. 
Nenhuma atitude = nenhum resultado.
Atitudes positivas e resultados andam lado a lado. É aqui que muitos erram. Elas sabem o ponto de partida para realizarem sua meta, mas não se empenham nem agem para chegar perto do resultado final. Essas pessoas acham que sabem e, às vezes, sabem o que querem da vida. Mas, não entendem que terão que agir e muitas vezes nem sabem quais são a atitudes que deveram ter.
A única pessoa que pode controlar seus sonhos é você mesmo. E, por sua vez, a única pessoa que pode agir a favor da realização de seus sonhos também é você. Não espere outra pessoa pegar você pela mão e te ajudar a tornar sua própria vida mais feliz.
Podemos controlar nossas atitudes. E é a lei (ação X reação) que irá determinar os resultados. Observe as pessoas de sucesso. Elas são felizes e realizaram seus sonhos pessoais e profissionais. Parecem que tudo o que fazem dá certo. Sorte? Claro que não. É a atitude. Elas querem sucesso e fazem o sucesso. Não esperam acontecer. Fazem acontecer. Sabem que não será fácil, mas mesmo assim estão dispostas a agir a favor do que querem.
É provável que você tenha uma lista sonhos e metas que deseja atingir ao longo da vida, mas será que você está disposto a se sacrificar e agir positivamente para que isso se realize?
Talvez o que esteja faltando acontecer em sua vida sejam algumas mudanças.
"Se você não mudar, nada mudará". - Justin Herald 
A realidade nos mostra que se quisermos nos transformar em pessoas melhores e realizar nossos sonhos devemos fazer algumas mudanças em nossas vidas. Muitas pessoas passam a vida toda tendo a mesma atitude e esperando resultados diferentes. Já estamos cansados de saber que quem faz a mesma coisa tem sempre o mesmo resultado. Quer ter o que ainda não tem, faça o que ainda não fez. Mude de atitudes para ter mudança de resultados. Continuar com as mesmas atitudes e esperar por resultados diferentes é ignorância. É provável que quanto maior forem seus sonhos, maiores serão as mudanças que você irá ter em sua vida. Não tenha medo de mudanças, pois na maioria das vezes as inovações trarão liberdade.
Você deve pensar: Falar é fácil. Realmente, falar é fácil. Contudo, é a ação que acompanha as palavras que irá mostrar os resultados. Pare de ficar só falando e comece a agir. Você pode fazer muito mais. 
Desejo a você, tudo de bom e muito mais

sábado, 28 de abril de 2012

Corrija o comportamento dos seus colaboradores e não suas atitudes


Por Julio Cesar S. Santos para o RH.com.br 
O que significa comportamento? Qual a melhor forma de avaliar o desempenho de funcionários? Através do seu comportamento ou das suas atitudes?
Conforme o dicionário da língua portuguesa a palavra "Comportamento" é descrita como sendo um procedimento ou como a pessoa se comporta. É qualquer atividade, fato ou experiência mental passível de observação direta. Sendo assim, pode-se dizer que o comportamento de uma pessoa é algo que se pode observar e medir.
Já a palavra "Atitude" significa postura ou ponto de vista. Dessa forma, podemos imaginar que atitude é a intenção de uma pessoa. Ou seja, alguma que não podemos mensurar.
Ao avaliarmos as pessoas mais próximas - e até mesmo os nossos colaboradores - é muito comum confundirmos comportamentos com atitudes e, certamente, isso vem provocando julgamentos equivocados das pessoas e das instituições.
Provavelmente, muitos de nós já fomos justa ou injustamente acusados por nossos cônjuges e/ou companheiras de não sermos mais "aquela pessoa do início do nosso relacionamento" - ou, de não as amarmos mais. Mas, quando perguntados, a maioria dos acusadores não sabia explicar porque acreditava nisso.
Alguns maridos acusavam suas esposas, afirmando: - "Há 18 anos chego à nossa casa às 20h e você sempre me esperou para jantarmos juntos e conversarmos durante o jantar. Mas, nos últimos tempos, eu chego, você está de pijama, assistindo à TV e o meu prato no micro-ondas. Você não me ama mais...".
Algumas esposas se defendiam, dizendo: - "Meu bem...faz exatamente 18 anos que você me responde para eu não te esperar mais, deixar seu prato no micro-ondas e ir assistir televisão!".
Esses erros de julgamentos ocorrem porque muitos de nós confundimos comportamentos com atitudes e, em função disso, tomamos decisões equivocadas que acabam provocando prejuízos sociais e/ou corporativos.
É comum encontramos gerentes que, ao avaliarem o desempenho de seus colaboradores, também confundem seu comportamento com as atitudes demonstradas por eles. Alguns dizem: "Fulano, eu sinto que você está desmotivado no seu trabalho" ou, então, "Eu não vejo mais aquela chama que existia dentro de você, no início do seu trabalho".
No entanto, esse funcionário poderia pensar: "Poxa, mas eu nunca me dediquei tanto à empresa como agora. Eu sou o primeiro a chegar e o último a sair daqui. Por que ele está falando isso?".
Pesquisas recentes demonstram que, durante o período de avaliação de desempenho nas empresas brasileiras, muitos colaboradores absorvem grande carga de estresse porque essas avaliações são atitudinais. Ou seja, baseadas nas suas atitudes e não no seu comportamento.
Certo gestor de empresa multinacional na área bens de consumo - por exemplo - decidiu demitir a recepcionista da filial sob seu comando porque - segundo ele - ela não havia demonstrado alegria durante a recepção ao novo diretor comercial da companhia.
- "Eu quero que você seja educada, cortês e alegre com os visitantes", - ordenou o gerente à recepcionista. Mas, ela não se levantou quando o diretor chegou e, muito menos, ofereceu-lhe água ou café.
- "Mas, senhor gerente, eu não fui antipática com o diretor. Aliás, eu procurei ser o mais simpática possível!", - exclamou a recepcionista demitida.
Esse é o problema. Será que "ser simpática" para um significa a mesma coisa para outra pessoa? Ser educado para uns é ser educado para outros? "Ser cortês" para o gerente significa a mesma coisa para a recepcionista?
Quando avaliamos as atitudes de uma pessoa incorremos nesse erro e, por esse motivo, ao avaliar o desempenho dos seus funcionários o gerente deve considerar apenas o comportamento deles - e não suas atitudes. Para que isso aconteça o gestor deve dizer exatamente que comportamento ele quer de uma recepcionista.
Como por exemplo:
- "Toda vez que um visitante chegar à recepção você deve ficar de pé, cumprimentá-lo sorrindo, oferecer-lhe serviços como água, café ou suco, indicar-lhe o sofá e o telefone, para que ele se sinta à vontade enquanto aguarda ser atendido".
Isso fará com que suas atitudes demonstrem aos visitantes que ela é uma recepcionista educada, cortês e simpática. Dessa forma, se ela não ficou de pé, não ofereceu serviços ou não indicou o sofá aos visitantes o gerente poderá avaliar - e até punir - seu comportamento, mas não suas atitudes.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Retorno de Atividades

Boa noite pessoal, depois de um bom tempo sem publicar, hoje resolvi voltar as atividades
do nosso site...agradecemos todos aqueles que acompanham nosso trabalhado tanto pela web como pelo nosso trabalho na C3, então vamos deixar de conversa fiada e falar sobre o assunto de hoje....




O medo é seu aliado ou adversário?

A premiada banda de rock Titãs, interpreta uma composição de Arnaldo Antunes e Toni Bellotto chamada "Medo". Você já ouviu essa composição? O rock pesado da música poderia servir de inspiração para pessoas acomodadas, que usam o medo como frequente pretexto para não descobrir algo novo. Observe abaixo, algumas ações para colocar em prática, a emoção de perceber, que ao superar um desafio, o temor inicial passou a ser ínfimo.
Envolver as pessoas para superar o medo - Apresentei palestra recentemente para uma importante rede de supermercados no Estado de Minas Gerais. Durante o evento, o Comitê Pró-Qualidade da empresa (CPQ) lançou uma interessante campanha. Cada loja da rede deveria gravar um vídeo, de maneira criativa, descrevendo algo interessante que aconteceu durante o ano.
Os três melhores vídeos foram apresentados antes da minha palestra e eu, fiquei impressionado com o desempenho das pessoas, que no passado relataram possuir aversão de falar em público. Foi emocionante sentir a contribuição da empresa, em envolver seus funcionários para superar o medo, conquistando com essa ação, além do compromisso de reter talentos, melhor desenvoltura do clima organizacional e de trabalho em equipe. A empresa onde você trabalha, faz algo para superar os medos de seus funcionários? Você aceitaria participar de uma campanha como essa?
Superar a ansiedade de algo que há de acontecer - A etimologia da palavra medo, deriva do latim "metus". Significa inquietação, temor e ansiedade. No ambiente educacional, há acadêmicos que no momento de apresentar uma monografia ou trabalho de conclusão de curso, liberam um efeito paralisante capaz de gerar a perda de suas próprias referências pessoais.
No ambiente comercial, há profissionais de vendas não sendo capazes de visitar um cliente de maior porte, provocando a ansiedade do medo de receber um "não". A composição da banda Titãs diz: "precisa perder o medo da música, o que se vê não se via. O que se crê não se cria". Pense em quantas possibilidades a felicidade pode estar presente, se você aceitar dar o primeiro passo. Mostre intrinsecamente sua capacidade de levantar a cabeça e sentir o gostinho encantador de uma vitória. Que tal oferecer, a partir de hoje, essa oportunidade de descobrir algo novo? Vamos tentar?
O pavor na fila do trem fantasma é gerado pela ansiedade do medo. Você imaginaria um general militar, diante de sua tropa dizendo: "Será que vamos vencer nosso inimigo?". O medo, para algumas pessoas é um aliado, no sentido de fortalecer suas reações de justificativas, mas para outras, é um adversário a ser superado. Se um time entrar em campo, para disputar a partida final de um campeonato com incertezas, terá grandes chances de ser derrotado, pois a insegurança e a ausência de confiabilidade serão maiores que o adversário. O medo para você é um aliado ou um adversário?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

terça-feira, 14 de setembro de 2010

MOTIVADO PELA COMPETÊNCIA

MOTIVADO PELA COMPETÊNCIA
Roberto Vieira Ribeiro
www.motivacaoeresultados.com.br


Um dos aspectos que mais me fascina na profissão de palestrante é ir a muitos lugares e conhecer pessoas. Assim, tenho feito bons amigos por este Brasil afora. Outro, é o quanto aprendo com os meus clientes também. Por exemplo, é um fato que o comércio via internet e os super/hipermercados são relativamente recentes. E que dependem em grande parte dos sistemas de armazenagem e logística para funcionar bem. - Você sabia que os primeiros desses sistemas foram construídos por volta do ano de 1800 a.c.? E que tudo começou com aquela história bíblica, onde José interpretou um sonho que o Faraó teve, em que haveria 7 anos de abundância seguidos por 7 anos de fome em todo o Egito? Ele propôs a construção de armazéns onde foram estocados 1/5 da colheita de cada ano, em cada cidade. E, com bons planejamentos e distribuição o país sobreviveu aos anos difíceis.

Este foi um trabalho inovador e grandioso, não é mesmo? E, certamente, exigiu motivação e competência também, não é verdade?
Portanto, que a motivação é um tema relevante não há margem a dúvidas. Afinal de contas, como acabamos de constatar, esse assunto tem mobilizado a atenção de personagens importantes desde o princípio dos tempos.

A questão é: - O que motiva você?
O que faz você entrar em ação: acordar mais cedo, dormir mais tarde e se empenhar ao máximo, feliz da vida, porque tem um desejo ardente de alcançar este resultado?
Eu costumo fazer estas perguntas às pessoas presentes em minhas palestras, e percebo em suas expressões uma mudança sensível. Típica de quem sonha acordado com o objeto do seu desejo.

Após a apresentação e também via e-mail, é comum compartilharem comigo o que perseguem e o quanto têm feito para alcança-lo. E, comparando estes ricos conteúdos é possível confirmar que, em geral, somos parecidos em nossas necessidades e desejos. Que, de fato motivam. E que há um outro ponto em comum, poderoso para motivar pessoas: a competência.
A aprendizagem de habilidades de vendas, por exemplo, costuma ser classificada em quatro estágios: Incompetência inconsciente, incompetência consciente, competência consciente e competência inconsciente. O que não é novidade, mas pode estar sendo mal compreendido por alguns ou relevado em sua importância, considerando o que percebo no relato das pessoas.

No primeiro estágio, o da Incompetência Inconsciente, além de não saber o que fazer a pessoa também não tem experiência. Ela não sabe que não sabe.
Em vendas, há quem veja nisto uma oportunidade para economizar em treinamento, ao convencer os novatos de que vender é fácil. O que é um erro! Primeiro porque é mentira, segundo porque não economiza nada e terceiro porque prejudica todos os envolvidos.
Isto é como deixar uma criança se queimar de propósito, e esperar que ela aceite mexer com fogo novamente.
Quem age assim, coloca em risco carreiras que poderiam ser brilhantes antes mesmo delas começarem. Por outro lado, com a orientação certa, este é o estágio onde semeamos talentos.

No segundo estágio, o da Incompetência Consciente, a pessoa sabe que não sabe. O que, em geral, é um fator de segurança, na medida em que ela tende a evitar se expor antes de estar preparada. Portanto, este é a fase na qual se aprende mais porque a pessoa está receptiva para receber informações e treinamentos qualificados.
Por outro lado, improvisar nesta hora é um tiro certo na motivação do vendedor, porque ele saberá que não está adequadamente preparado ainda, o que enfraquece a sua confiança na empresa e segurança para a condução dos contatos com os clientes.

O estágio seguinte, o da Competência Consciente, é quando a pessoa sabe que sabe. Ela está apta a ir vender, com atenção e concentração. É aqui que a carreira do profissional deslancha pra valer ou regride. Vai pra frente porque entra em um ciclo positivo: competência gera aumento da auto-estima e segurança para um desempenho ótimo. O que produz vendas crescentes em volume e qualidade, e assegura a repetição do ciclo.
Entretanto, para alguns profissionais a competência pode criar uma armadilha. Que é ele focar demais em si mesmo, se encantar com os bons resultados e perder a visão periférica. Esquecendo que estão ocorrendo mudanças a todo momento e ficar defasado em relação aos novos processo, técnicas, cenários e tecnologias.

E, finalmente, há a Competência Inconsciente, quando a habilidade de vender torna-se uma série de hábitos fáceis. A pessoa age com tamanha naturalidade e competência que dizemos que ‘ela não sabe que sabe.’ Mas faz e acontece.

A divisão em estágios é apenas para facilitar o entendimento, pois somos competentes em níveis diferentes nos diversos procedimentos que compõe nossa profissão. E proponho que você aproveite esta oportunidade e faça um inventário. Escolha uma habilidade importante por vez e a avalie:
- Em que estágio estou?
- Como aumento minha competência nisto?
- Quais os benefícios?
- Como me sentirei quando alcançar o nível de competência ideal e colher os resultados disso?

Lembre-se, se você agir como José, com motivação e competência, sempre terá como crescer, mesmo nos tempos difíceis.

------
Roberto Vieira Ribeiro (www.motivacaoeresultados.com.br) é palestrante e
consultor especialista em motivação e vendas, com foco em resultados. Ou
seja, no aumento da performance, produtividade e qualidade das vendas dos seus clientes. É
autor da série de CDs Motivação & Resultados e do audiocurso A Venda Passo a
Passo I,II e III, entre outros.
Este texto é um dos temas de suas palestras e treinamentos.

Contato: roberto@motivacaoeresultados.com.br / (41)272-3260 / 233-4172

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O que é um Proxy ?

Em ciência da computação, proxy é um servidor que atende a requisições repassando os dados a outros servidores. O termo proxy, a propósito, vem do inglês e pode ser traduzido como “procurador”. O usuário conecta-se a um servidor proxy, requisitando algum serviço, como um arquivo, conexão, website, ou outro recurso disponível em outro servidor.

Um servidor proxy pode, opcionalmente, alterar a requisição do cliente ou a resposta do servidor e, algumas vezes, pode disponibilizar este recurso sem nem mesmo se conectar ao servidor especificado. Pode também atuar como um servidor que armazena dados em forma de cache em redes de computadores. São instalados em máquinas com ligações tipicamente superiores às dos clientes e com poder de armazenamento elevado.

Esses servidores têm uma série de usos, como filtrar conteúdo, providenciar anonimato, entre outros.

Um HTTP caching proxy, por exemplo, permite que o cliente requisite um documento na World Wide Web e o proxy procura pelo documento em seu cache. Se encontrado, o documento é retornado imediatamente. Caso contrário, o proxy busca o documento no servidor remoto, entrega-o ao cliente e salva uma cópia no seu cache. Isso permite uma diminuição na latência, já que o servidor proxy, e não o servidor original, é acessado, proporcionando ainda uma redução do uso de banda.

PARE DE PERDER VENDAS POR CAUSA DE PREÇO

Você é capaz de resolver estes problemas?

1. Uma grande empresa compra matéria-prima da empresa X, há anos. Surge então uma empresa Y oferecendo à empresa a mesma matéria-prima por um valor 10% mais baixo, e não consegue tirar o pedido. Na sua opinião, por que a grande empresa optou por pagar mais caro?

2. Um comerciante decide fazer uma mega promoção baixando os preços em até 50% para aumentar o volume de vendas. Após alguns dias verificou-se que as vendas não aumentaram, continuaram no mesmo patamar de antes da promoção. O que aconteceu?

Não existe dúvida de que o preço é um fator importante na venda, o problema é que os vendedores valorizam demais essa questão, como se o preço fosse a única coisa capaz de definir a venda, e não é, pelo contrário. Segundo uma pesquisa realizada pela conceituada ACNilsen o preço vem em quinto lugar na cabeça dos consumidores:
1º. Marca
2º. Estilo
3º. Qualidade
4º. Conveniência
5º. Preço
Quando o preço assume o primeiro lugar, é sinal de perigo, provavelmente o vendedor não está conseguindo demonstrar os quatro primeiros itens. Nesse caso, o produto ou serviço está sem o que chamamos de valor agregado, e o único “valor” do produto é o “preço baixo”. Restando apenas uma saída para vender, baixar o preço, entrando na famosa “Guerra de Preços” que já quebrou e continuará quebrando muitas empresas e muitos vendedores. Quando damos desconto:
a) Estamos concordando com o cliente, o preço esta mais alto do que realmente vale, criando um mau hábito no consumidor, que pedirá descontos sempre.
b) Estamos concordando, o nosso produto é ruim mesmo e seu único valor é o preço baixo.
c) Podemos quebrar, pois as margens de lucro estão tão pequenas que um simples desconto pode tornar a venda inviável – “Vender é uma coisa ter lucro é outra”.
6 ações para conseguir o valor desejado sem baixar o preço
O vendedor deve desviar a atenção do preço e focá-la em benefícios. Alguns métodos ajudam bastante e podem garantir a venda sem descontos:
1. Dê prazos e formas de pagamentos, ex.: “Você compra agora e começa a pagar só daqui há...”
2. Detalhe todos os itens na fatura, ao invés de informar somente o total.
3. Seja um vendedor fácil e rápido. Seu cliente poderá pagar um pouco mais se o fizer ganhar tempo.
4. Mencione o valor toda vez que falar o preço.
5. Valorize o preço com a escassez, alguns clientes querem aquilo que é difícil.6. Explore a força do ego, as pessoas têm necessidade de serem admiradas e preocupam-se com o que os outros irão pensar. Sendo assim, poderão pagar mais em troca de alguns elogios.
FONTE: Matéria retirada da revista VENDA MAIS – N° 1134

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Baixando vídeos do YouTube

Existem diversas maneiras de baixar um vídeo disponível via streaming em sites de vídeos como o YouTube e o Google Video. O meu objetivo aqui é tentar apontar as alternativas mais fáceis de como baixar esses vídeos do YouTube. Então peço que, por favor, leia com atenção cada um dos métodos indicados, escolha o seu preferido e bom download! Se ainda ficar com alguma dúvida sobre o assunto, pode tentar utilizar os comentários, mas antes, leia com atenção! Lembre-se de deixar sua opinião para que possa melhorar cada vez mais o tutorial. =D

Agora atenção! De acordo com o termo de uso do YouTube você pode apenas baixar os vídeos disponíveis em seu site com a autorização prévia do autor do vídeo. Então, antes de baixar os vídeos de lá, entre em contato com o autor e peça autorização para que você possa baixar o vídeo e fazer uso pessoal dele apenas. =)

1. Firefox + Plugin de download

download Download do plugin: Fast Video Download
(Add-on do Firefox para baixar vídeos do YouTube, Google Video, entre outros.)

Sem dúvidas, o método mais fácil é utilizando um plugin muito interessante do Firefox. Ele também é o método mais rápido, pois ele não fará o download novamente, apenas deslocará o vídeo que está salvo nos seus arquivos temporários de internet para uma pasta qualquer de seu computador! Vale lembrar que para usar o plugin você precisa ter o Firefox, mais informações abaixo:

firefox Faça o download do Firefox para usar o plugin
(Ainda não tem o Firefox? Baixe-o no PortalCab!)

Para quem já tem o Firefox instalado, basta apenas baixar o add-on acima. Instale a extensão e depois de concluído feche todas as janelas do Firefox e abra-o novamente. Prontinho, note que agora um ícone (como esse: Fast Video - Firefox Add-on) irá aparecer no canto inferior do seu Firefox.

Agora quando assistir um vídeo no YouTube e quiser baixá-lo instantaneamente, basta clicar no ícone e pronto, já baixou! (Caso não pegue, tente clicando com o botão direito em cima do ícone e escolhendo a opção "download video"). O plugin é tão bom que coloca um "Download video!" embaixo até dos vídeos do YouTube em outros sites, enfim, show! =D

Se você ainda não tem o Firefox, baixe, instale e só então baixe o plugin, não adianta baixar o plugin com o internet explorer ou qualquer outro navegador de internet, ele simplesmente não irá funcionar. =)

Leia mais como assistir os vídeos .flv baixados do YouTube.

2. Através do programa aTube Catcher

download Download: aTube Catcher
(Faça download de vídeos do YouTube e converta para vários formatos)

Sempre fui defensor do medo do Firefox, porém de uns tempos para cá um programa gratuito muito eficiente para baixar vídeos, não só do YouTube, como também de centenas de outros sites como a Globo.com, Metacafe, Stage6 e por aí vai, apareceu. o aTube Catcher permite que você baixe os vídeos dessa penca de sites e ainda por cima converta-os automaticamente apenas utilizando o programa que pesa um pouco mais de 5 mb. Para mais informações visite a página sobre o programa no PortalCab clicando no link acima. =)

3. Através do Keepvid (modo online sem necessidade de programas)

ferramenta Site: Keepvid
(Faça download de vídeos do YouTube facilmente)

Caso você não goste tanto assim do Firefox, você pode utilizar o site Keepvid. Para fazer o download no site, basta apenas copiar a url do vídeo de onde o vídeo está localizado, colar lá na caixinha de texto de endereços do site do Keepvid e apertar o botão download.

Ele demorará um tempinho e logo aparecerá embaixo algo como "download link", basta clicar com o botão direito do mouse e escolher a opção: "salvar destino como...", selecione um nome qualquer para o arquivo que você baixou e não esqueça de colocar logo depois do nome que você escolheu a extensão .flv, caso contrário o vídeo não irá funcionar. (Ex.: cab legal.flv). =D

Baixei e agora pra assistir?

Legal, já baixou, mas o seu player não reconheceu o arquivo? Tudo bem, já era esperado, para ver arquivos .flv ou .mp4 você vai precisar fazer o download de algum player que execute tais formatos de arquivo, abaixo vai o link para o qual eu uso e recomendo:

download Download: VLC Media Player
(O player que recomendo para arquivos .flv e .mp4, suporta tela cheia e tudo mais)

Prontinho, agora é só curtir seus vídeos quantas vezes quiser sem precisar entrar no Portal Cab toda vez pra isso e fazer novamente um streaming de vídeo, excelente para pessoas com conexões discadas ou que simplesmente não tem saco mesmo para esperar baixar o vídeo novamente toda vez que for mostrar para os amigos. =P

download Download + Tutorial: CinemaForge
(Caso prefira assistir os vídeos no seu Media Player ou DVD, converta os vídeos)

Caso prefira assistir no Windows Media Player ou até mesmo em seu DVD, recomendo que você faça o download do CinemaForge (conversor de vídeos muito poderoso que o PortalCab disponibiliza para download assim com um bom tutorial sobre o assunto) ou baixar os vídeos do YouTube utilizando o VDownloader que já baixa e converte automaticamente:

4. Utilizando o VDownloader, baixe e converta os vídeos automaticamente!

Atenção! Esse método é antigo e não mais eficiente, ao invés disso tente o aTube

download Download + Tutorial: VDownloader
(Baixe os vídeos do YouTube e Google Video e converta-os automaticamente)

O VDownloader é a melhor solução para quem não quer ter que baixar mais nenhum outro programa (exceto ele mesmo). Com ele, basta apenas copiar a url do vídeo do YouTube e/ou Google Video, colar no programa que ele fará o download do arquivo e converterá automaticamente para a extensão desejada. Possibilitando assim que você assista o vídeo baixado do YouTube no seu Windows Media Player. Para mais informações, acesse o post do Cab sobre o VDownloader.

Vale lembrar que o VDownloader, por se tratar de um programa em teste, não vai funcionar todas as vezes, grande parte dos problemas relatados nos comentários tem relação a ele. Portanto prefira o método do plugin do Firefox. =)

Espero que o nosso artigo de como baixar vídeos do YouTube e outros sites streaming tenha sido útil para o senhores.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O QUE É DHCP ?

O DHCP, Dynamic Host Configuration Protocol, é um protocolo de serviço TCP/IP que oferece configuração dinâmica de terminais, com concessão de endereços IP de host e outros parâmetros de configuração para clientes de rede. Este protocolo é o sucessor do BOOTP que, embora mais simples, tornou-se limitado para as exigências atuais. O DHCP surgiu como standard em Outubro de 1993. O RFC 2131 contém as especificações mais atuais (Março de 1997). O último standard para a especificação do DHCP sobre IPv6 (DHCPv6) foi publicado a Julho de 2003 comoRFC 3315.
Resumidamente, o DHCP opera da seguinte forma:

Um cliente envia um pacote UDP em broadcast (destinado a todas as máquinas) com um pedido DHCP
Os servidores DHCP que capturarem este pacote irão responder (se o cliente se enquadrar numa série de critérios — ver abaixo) com um pacote com configurações onde constará, pelo menos, um endereço IP, uma máscara de rede e outros dados opcionais, como o gateway, servidores de DNS, etc.
O DHCP usa um modelo cliente-servidor, no qual o servidor DHCP mantém o gerenciamento centralizado dos endereços IP usados na rede.

O DHCP oferece três tipos de alocação de endereços IP:

Atribuição manual - Onde existe uma tabela de associação entre o Endereço MAC do cliente (que será comparado através do pacotebroadcast recebido) e o endereço IP (e restantes dados) a fornecer. Esta associação é feita manualmente pelo administrador de rede; por conseguinte, apenas os clientes cujo MAC consta nesta lista poderão receber configurações desse servidor;

Atribuição automática - Onde o cliente obtém um endereço de um espaço de endereços possíveis, especificado pelo administrador. Geralmente não existe vínculo entre os vários MAC habilitados a esse espaço de endereços;

Atribuição dinâmica - O único método que dispõe a reutilização dinâmica dos endereços. O administrador disponibiliza um espaço de endereços possíveis, e cada cliente terá o software TCP/IP da sua interface de rede configurados para requisitar um endereço por DHCP assim que a máquina arranque. A alocação utiliza um mecanismo de aluguel do endereço, caracterizado por um tempo de vida.
Após a máquina se desligar, o tempo de vida naturalmente irá expirar, e da próxima vez que o cliente se ligue, o endereço provavelmente será outro.
Algumas implementações do software servidor de DHCP permitem ainda a actualização dinâmica dos servidores de DNS para que cada cliente disponha também de um DNS. Este mecanismo utiliza o protocolo de actualização do DNS especificado no RFC 2136.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/DHCP

INVISTA NO CAPITAL HUMANO


As organizações passam por um momento de mudanças no que diz respeito a importância dada aos capitais humanos, mais valorizados a cada dia. Para entender um pouco mais dessa nova dinâmica, vale fazermos uma reflexão sobre a crescente importância dada a temas como o Conhecimento, que eram deixados de lado por conta da relevância dada aos Capitais Financeiros e Materiais.
No passado, os gestores das empresas se preocupavam em obter os melhores recursos materiais para a construção de uma infra-estrutura que lhes possibilitassem alcançar altos índices de produção. Isso, por sua vez, lhes permitiam obter ótimos resultados econômicos, já que teriam cada vez mais excedentes para comercializar.
Por volta da metade do século passado, estudiosos começaram a voltar sua atenção para um dos fatores mais importantes dentro de qualquer organização: a influência do Homem e de suas capacidades transformadoras.
Com o desenvolvimento das ciências Humanas, a organização começou a ser analisada não só por sua capacidade produtiva e lucratividade, mas também pelo capital humano, a ela agregado. Nesse ponto, vale lembrar que essa expressão "capital humano" reúne em si os conceitos de Educação, Inovação, Criatividade e Conhecimento, entre outros aspectos intangíveis. Quando bem trabalhados, esses ativos gerados pelo esforço humano podem impulsionar uma organização para o sucesso, em todos os sentidos. Atualmente, esses recursos, tidos como parte do subjetivo humano, representam a nova fronteira a ser ultrapassada para quem deseja obter vantagem competitiva.
Umas das práticas nascidas dentro desse novo contexto é a Gestão do Conhecimento que visa explorar o capital intelectual de uma organização da melhor maneira possível. Cada vez mais as grandes empresas se preocupam com o que podem fazer para fomentar a produção do conhecimento e recrutar profissionais que valorizem esse importante aspecto da nova maneira de se pensar a gestão empresarial. Além disso, elas buscam disseminar o aprendizado criado dentro da organização para o maior número de pessoas possível, por meio de ferramentas e estruturas apropriadas, como grupos de discussão e oficinas de desenvolvimento do saber.
Essa tendência de crescente valorização daquilo que não pode ser mensurado simplesmente em dinheiro, é algo que deve se acentuar com o passar do tempo. Cada vez mais, as organizações irão buscar as melhores maneiras de criarem ambientes que possibilitem a seus funcionários pensar e criar conhecimento. Entre um dos benefícios que isso pode gerar, podemos citar a inovação, tão necessária para que uma empresa possa ter sucesso no mercado em que se encontra inserida.
FONTE: Site Administradores - Por Heitor José Pereira - Presidente da SBGC (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento); Doutor em Administração (EAESP/FGV,1995); Professor da FIA (Fundação Instituto de Administração) e de MBAs de várias instituições (FGV Management; IBMEC; PUC-PR).

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Instalando e configurando o TS no Windows 2003 Server

Olá pessoal,
neste tutorial vamos aprender a instalar o TS (Terminal Service)
o serviço de terminal da Microsoft,
uma das grandes ferramentas no Windows 2003 é o Terminal Services. Com ele a Microsoft espera seduzir não só empresas como os administradores do sistema com o chamado TCO (Total Cost Ownership, que é o custo total de propriedade), facilitando a administração dos seus produtos.
O TS (Terminal Server) é um serviço que permite que você acesse o seu servidor remotamente, trabalhando nele em modo gráfico como se você estivesse ali. O TS no Win2003 utiliza o protocolo RDP 5.2, que tem muitas melhorias em relação à versão 5.1 do Windows 2000 Server.

Você pode instalar o cliente do RDP 5.2 no Win9x, WinMe, WinNT, Win2000 e WinXP, permitindo com isso utilizá-lo ao acessar um servidor Win2003 (ou uma estação WinXP) via TS. Para fazer o download do arquivo, clique aqui.

Entre as novidades do TS do Win2003 em relação ao TS do Windows 2000 Server, estas são algumas:

- redirecionamento automático de impressoras e drives mapeados
- redirecionamento automático de áudio
- redirecionamento automático de fuso horário
- redirecionamento automático de portas seriais e paralelas
- reconexão automática de sessões (muito útil em conexões via wireless)
- suporte a cores com 24-bits
- suporte a encriptação de 128-bits
- suporte a autenticação via smartcard
- alocação dinâmica de banda
- restrições via GPO


Vamos à instalação do TS:

Clique no botão Iniciar > Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > clique em Assistente para configurar o Servidor > clique em Avançar e Avançar. Se aparecer uma mensagem avisando que uma das conexões de rede não está funcionando, isso é normal pois indica que o seu computador tem duas placas de rede instaladas mas somente uma está conectada (imagem abaixo), bastando clicar em Continuar.

Clique na opção Terminal Server e clique em Avançar. Aparecerá uma mensagem informando que o servidor terá de ser reiniciado durante a instalação do TS:


Ao ser reiniciado, o Win2003 mostrará uma tela informando que o servidor agora funciona como Terminal Server.

Para utilizar o TS, basta você deve definir quais usuários poderão acessar o servidor remotamente. Para isso, clique no botão Iniciar > Painel de Controle> Ferramentas Administrativas > Gerenciamento do Computador > duplo-clique em Usuários e Grupos locais > clique em Usuários. Na janela à direita você verá a lista de usuários. Clique com o botão da direita do mouse no usuário que você deseja permitir acessar o seu servidor remotamente > Propriedades > aba Membro de > clique em Adicionar > Avançado > Localizar agora > dê um duplo-clique em "Usuários da área de trabalho remota" e clique em OK.

Com isso, os usuários com permissão de acesso via TS poderão acessar o servidor remotamente. Para fazer isso de um computador com Windows XP, por exemplo, basta clicar no botão Iniciar > Todos os programas > Acessórios > Comunicações > Conexão de área de trabalho remota. Em Computador, digite o IP do servidor e clique em Conectar-se. Assim que a tela de login do servidor abrir, deve-se preencher o nome de usuário e senha para poder acessá-lo. Usuários que tentarem se logar sem terem permissão para isso não conseguirão acessar o servidor via TS:


IMPORTANTE: para se desconectar do TS, jamais feche a janela dele. Ao invés disso, clique no botão Iniciar > Fazer logoff para que a sua sessão seja fechada e a conexão com o servidor seja finalizada corretamente

Para saber se há algum usuário acessando o seu servidor via TS, a maneira mais rápida é clicar com o botão da direita do mouse na barra de tarefas > Gerenciador de Tarefas > Usuários. Os usuários acessando o servidor via TS aparece com Sessão RDP-Tcp#x, aonde x é o número da conexão:



dicas simples de segurança para o Windows Server 2003

1. Auditoria de eventos
Habilite a auditoria de Eventos para que você tenha relatórios de acesso (com êxito ou não) ao seu servidor: clique no botão Iniciar > Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > clique em Diretiva de segurança local > dê um duplo-clique em Diretivas locais e depois em Diretiva de auditoria.


Na janela à direita você tem várias opções que você pode configurar e as mais importantes são:

- Auditoria de eventos de logon: Êxito, Falha
- Auditoria de alteração de diretivas: Êxito, Falha
- Auditoria de gerenciamento de contas: Êxito, Falha
- Auditoria de uso de privilégios: Êxito, Falha

Com isso você pode monitorar essas auditorias no Visualizador de eventos: clique no botão Iniciar > Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > clique em Visualizar eventos > clique em Segurança

2. Opções de segurança
Clique em Opções de segurança, altere a opção Logon interativo: não exibir o último nome do usuário para forçar a digitação do nome do usuário. Note que há dezenas de outras configurações que podem ser modificadas de acordo com a sua necessidade tanto nesta opção quanto em Atribuição de direitos de usuário.


3. Bloqueio de contas
Clique em Diretivas de conta > Diretiva de bloqueio de conta, altere a opção Limite de bloqueio de conta para 3, indicando que após 3 tentativas de login, a conta será bloqueada por 30 minutos (embora você possa mudar isso nas duas outras opções).


Valeu galera logo logo teremos posts falando sobre produtos livres

e se você gostaria de dar uma sugestão mande-nos um e-mail ou deixe seu comentario,

ate mais.

TORNE OS TALENTOS AINDA MELHORES

Empregabilidade e empreendedorismo. Estes dois termos, muito discutidos hoje em dia, merecem atenção especial por parte dos gestores de negócio. Afinal, a empresa não pode deixar o funcionário estagnar, sob o risco de perder competitividade no mercado e se ver suplantada pelos concorrentes. Felizmente muitas organizações já se deram conta disso. Além das universidades corporativas, várias companhias pagam os MBAs e os mestrados de seus funcionários. Algumas patrocinam esses cursos em formato in company, para facilitar a participação de seu pessoal e garantir que os cursos tratem de questões de interesse do negócio. Da mesma maneira, treinamentos e atividades que visam desenvolver o lado empreendedor do funcionário começam a ser mais frequentes. Diversos cursos procuram desenvolver essa competência nos funcionários com o objetivo claro de incentivá-los a assumir riscos e a tocar suas atribuições e equipes como se estivessem gerindo uma miniempresa dentro da empresa-mãe. Meu raciocínio pode até ser visto como algo perigoso por certos gestores. Afinal, se investimos demais em um funcionário para torná-lo cada vez mais competente, podemos estar preparando esse profissional para, um dia, trabalhar em um concorrente. Da mesma maneira, se incentivamos o empreendedorismo de quem trabalha conosco, essas pessoas podem acabar saindo da companhia para montar sua própria empresa. Acontece que, mesmo nesses casos, eu sempre procuro ver o lado bom. Quem sabe o funcionário não sai para trabalhar em um cliente, em vez de ir para um concorrente, e nos ajuda a vender ainda mais para esse mesmo cliente? Quem sabe não monte uma empresa que, no futuro, vai gerar emprego para um amigo ou um filho meu? Eu acredito que os investimentos nos funcionários sempre acabam revertendo em coisas positivas para a empresa. Pode até acontecer um ou outro caso de insucesso, mas a média, em geral, costuma ser extremamente positiva para a organização. E, sem dúvida alguma, para os funcionários também.
FONTE: VOCÊS/A - FALA, PRESIDENTE - Luiz Eduardo Rubião - Diretor-geral da Chemtech.

SUCESSO

Sucesso = (competência + características pessoais + experiência) x desempenho

O sucesso profissional depende de quatro elementos fundamentais. Primeiro: é crucial ser competente na área de atuação. Isso implica aprendizagem contínua, dedicação, empenhamento e inteligência. Segundo: não basta ser tecnicamente competente. É também necessário deter características pessoais como a autoconfiança, a honestidade e a integridade, a abertura a novas idéias, a inteligência emocional, o otimismo, a resiliência, a capacidade de tolerar o estresse e de lidar com a incerteza e a ambiguidade, a humildade (necessária para aprender) conciliada com a tenacidade (imprescindível para lidar com os obstáculos e dificuldades). Outras competências interpessoais e relacionais são igualmente fulcrais: trabalho em equipe, gestão do conflito, persuasão, comunicação em público, facilidade de comunicação com pessoas de diferentes culturas e de backgrounds socioeconômicos. Terceiro: a experiência é fundamental porque representa uma fonte de aprendizagem fundamental e um indicador de que as empresas se socorrem para determinar se selecionam ou não um colaborador. Por conseguinte, importa que o indivíduo aproveite oportunidades, de modo a desenvolver competências nas áreas em que denota “vocação” e pretende desenvolver a sua carreira. Quarto: se não forem validadas pelo bom desempenho, a competência, as características pessoais e a experiência podem constituir frágeis recursos. Note-se que, na equação, o desempenho é precedido pelo sinal multiplicador. Daqui decorre que, por muito fortes que sejam a competência, as características pessoais e a experiência, o sucesso será nulo se o desempenho for nulo.
Sucesso!!!

O QUE FAZ UM BOM LÍDER

Afinal, de que tipo de líder uma organização precisa para ser bem-sucedida? O carismático, o empreendedor ou o excelente gestor, que implementa de forma eficaz as diretrizes da matriz? A vasta bibliografia disponível sobre este assunto revela o quanto ele é considerado importante para o sucesso. E a mais óbvia das respostas para essas perguntas diz que o tipo ideal de líder depende das circunstâncias e do momento.
Entretanto, qual o perfil do líder que, independentemente de circunstâncias e momento, melhor serve a qualquer organização? Acredito que é aquele que norteia seu trabalho pela convicção de que o sucesso do negócio depende, basicamente, de 10% de estratégia e 90% de execução.
Agora, a pergunta é: como conseguir que a estratégia traçada seja executada com sucesso? Em primeiro lugar, o líder tem que saber criar um ambiente de abertura e confiança e envolver-se de forma profunda com a organização. Ser realista e capaz de estabelecer uns poucos objetivos estratégicos, discutindo em detalhes como atingi-los e acompanhando as ações para isso. Também precisa recompensar os que, nessa tragetória, apresentam excelentes resultados, e agir rapidamente com relação àqueles que apresentam fraco desempenho.
Atributos importantes do líder são ter valores fortes e éticos, que inspiram, motivam e entusiasmam a equipe e ajudam a reuni-la, em bases sustentáveis, em torno de um objetivo comum, de constante crescimento e sucesso da empresa. Outras qualidades que eu destaco são a humildade e a determinação profissional, não usando intencionalmente o carisma para motivar. O líder tampouco canaliza a ambição para si mesmo. Deve ser um catalisador do bom para o melhor e, ainda, ocupar-se e responsabilizar-se pelo desenvolvimento das futuras lideranças da empresa.
Por último, há uma característica bastante especial, pela qual se pode reconhecer um líder: sua capacidade de se olhar no espelho na hora de assumir a responsabilidade por resultados fracos e de olhar pela janela quando receber o crédito pelo sucesso da organização.
5 PASSOS PARA SER LÍDER
1 - Defina aonde você quer chegar * Tenha bandeiras e metas claras e compartilhe-as com as pessoas.
2 - Veja a estrela que há nos outros * Faça o seu sucessor. "O comandante faz-tudo é coisa do passado". * Identifique e forme novos líderes.
3 - Cuide do todo, não apenas da parte * Interaja com todos os níveis hierárquicos. * Crie pontes de comunicação com clientes, fornecedores e acionistas.
4 – Faça mais que o combinado * Realize as metas. Depois, supere-as. Saiba o valor do trabalho em equipe. * Líderes incentivam cada um a fazer o seu melhor, porque dão o seu melhor.
5 - Inspire pelos valores * Tenha um código de conduta e aja de acordo com ele. * Estimule na empresa a integridade, o respeito, a transparência, o aprendizado contínuo, a proatividade e a inteligência.
FONTES: Revista VOCÊS/A - Fala, Presidente - Luis Del Barrio - Artigos;
Livro - "O caminho das estrelas" - Um Mapa para Transformar Sonhos em Realidade - César Souza (Consultor) - Ed. Sextante.

O GERENTE E O LÍDER (OU VICE-VERSA)

Líderes são capazes de mobilizar pessoas em direção a um objetivo, através de seu poder de inspirar corações, influenciar mentes e obter atitudes. Esse é um poder de grande utilidade para as organizações modernas, que convivem em um ambiente cheio de concorrentes, assentado sobre a areia movediça da impermanência da economia, da tecnologia, do mercado e da política. Em ambientes inconstantes, líderes são fundamentais, por isso queremos que nossos gerentes sejam líderes, mas há que se observar uma pequena sutileza: quando um gestor vira líder, ele começa a falar sobre causas; quando um líder vira gestor, ele representa a causa da empresa.
Líderes sabem como mobilizar pessoas; gestores sabem para onde e como canalizar o esforço da produção. O poder de um associado à competência do outro forma a combinação ideal. O festejado Jack Welch, cuja primeira ação na cadeira de presidente da GE foi aconselhar-se com o guru Peter Drucker (que pregava: "A gestão é um elemento vital para qualquer empresa. Sem sua participação, os recursos da produção continuam como recursos e nunca se transformam em produção"), orgulhava-se de ter implantado o programa Seis Sigma, que objetiva obter melhorias na qualidade e é, essencialmente, uma inovação em gestão que facilita a ação da liderança. Este é apenas um entre muitos bons exemplos da dobradinha cabeça-de-área liderança-gestão.
Há alguns anos surgiu a pergunta: é possível ensinar liderança a um gerente de perfil técnico? A resposta dos especialistas foi um sonoro "sim". Esta é uma ótima notícia para você, que só pode ser melhor se a força da liderança estiver a serviço da inteligência da gestão. Mais uma vez, citando Drucker, o que sempre é uma garantia de consistência: "A administração será, cada vez mais, a disciplina e a prática pelas quais as lideranças vão readquirir seu reconhecimento, impacto e relevância". O líder sabe o "porquê" e o gestor sabe "como". Juntas, essas duas qualidades podem conquistar o mundo. Separadas, correm o risco de não chegar até a próxima esquina.
FONTE: Revista VOCÊS/A - Artigos - Papo de líder - Eugenio Mussak - Out./2008.